domingo, 1 de abril de 2018

*DIA DA MENTIRA, DIA DO NÃO MENTIR..



  

    Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano. 

DIA DA MENTIRA, DIA DO NÃO MENTIR..
                                               



                                           A origem do 1º de Abril
     O costume de contar mentiras no dia 1º de abril teve sua origem, ao que tudo indica, na França. Lá, até 1564, o início do ano era comemorado em 1o de abril. Naquele ano, o rei francês Carlos IX adotou o calendário gregoriano, e o ano novo passou a ser oficialmente comemorado em 1o de janeiro. Aparentemente houve uma certa confusão, e muitas pessoas, inclusive algumas que não gostaram da mudança da data, continuaram a comemorar o 1o de abril, mandando convites para festas, votos de felicidades, etc. Para ridicularizar essas pessoas, começaram a surgir, nos anos seguintes, convites para festas que não existiam e falsas mensagens de "feliz ano novo". Da França, o costume se espalhou para o mundo e, com o tempo, essas brincadeiras foram sendo enriquecidas, dando origem ao tradicional "poisson d'avril" (literalmente: "peixe de abril"), data em que surgem até mesmo falsas manchetes de jornal e de televisão, mentiras leves e inconsequentes que divertem as pessoas.

Um exemplo que se tornou clássico é o de uma revista de ciências norte-americana que publicou, em um 1o de abril, a seguinte manchete: "Cruzamento genético de tomates e bovinos dá origem a vacas que produzem ketchup!" Na época, uma revista brasileira chegou a reproduzir a matéria em sua seção de ciências alguns dias depois, sem se dar conta de que havia caído no golpe do 1o de Abril...

1) O que você acha de uma pessoa que mente muito?
 
2) Você gostaria de ser conhecido(a) como uma pessoa mentirosa?
 
3) Você acha que devemos nos esforçar e nos controlar para tentarmos contar o menor número de mentiras?
 
4) O que você diria para uma pessoa que conta muitas mentiras?
 
5) É possível confiar em alguém que conta muitas mentiras?

6)Existem mentiras mais graves do que outras?
 
7) É possível viver sem nunca contar mentiras?
 
8) Como fazer para não ser considerado um mentiroso?
 
9) Se uma pessoa é muito mentirosa, ela pode lutar contra isso e mudar?
 
10) Você se definiria como uma pessoa que mente muito, que não mente ou que mente pouco?
 
11) No futuro, você gostaria de mentir ainda menos do que hoje em dia? Ou será que você gostaria de ser capaz de mentir mais do que atualmente?
 
12) Ser ou não ser mentiroso(a) é importante para você?

FONTE: PATTY BRITO.




   O conto da mentira - Interpretação de texto  
        O CONTO DA MENTIRA



     Todo dia Felipe inventava uma mentira. “Mãe, a vovó tá no telefone!”. A mãe largava a louça na pia e corria até a sala. Encontrava o telefone mudo.
     O garoto havia inventado morte do cachorro, nota dez em matemática, gol de cabeça em campeonato de rua. A mãe tentava assustá-lo: “Seu nariz vai ficar igual ao do Pinóquio!”. Felipe ria na cara dela: “Quem tá mentindo é você! Não existe ninguém de madeira!”.
     O pai de Felipe também conversava com ele: “Um dia você contará uma verdade e ninguém acreditará!”. Felipe ficava pensativo. Mas no dia seguinte...
     Então aconteceu o que seu pai alertara. Felipe assistia a um programa na TV. A apresentadora ligou para o número do telefone da casa dele. Felipe tinha sido sorteado. O prêmio era uma bicicleta: “É verdade, mãe! A moça quer falar com você no telefone pra combinar a entrega da bicicleta. É verdade!”
     A mãe de Felipe fingiu não ouvir. Continuou preparando o jantar em silêncio. Resultado: Felipe deixou de ganhar o prêmio. Então ele começou a reduzir suas mentiras. Até que um dia deixou de contá-las. Bem, Felipe cresceu e tornou-se um escritor. Voltou a criar histórias. Agora sem culpa e sem medo. No momento está escrevendo um conto. É a história de um menino que deixa de ganhar uma bicicleta porque mentia...

                                                    Rogério Augusto
                                            Folha de São Paulo, 14 de jun. 2003 Suplemento Folhinha
Após ler o texto, responda:


1.No início, o texto já conta o problema de Felipe. Qual era?


2. Que mentiras Felipe já havia contado?

3.Como a mãe tentava assustá-lo?

4.Qual foi o alerta do pai para convencer Felipe a parar de mentir?

5.Por que a mãe não deu atenção ao filho quando ele foi sorteado para ganhar a bicicleta?

6. Releia o trecho:  "Resultado: Felipe deixou de ganhar o prêmio. [...]"
a) Por que isso aconteceu?
           
 b) Que mudança o fato provocou?
   
Questões 7 a 9, assinalar a alternativa correta.

7.Felipe começou a reduzir suas mentiras porque:
(A) começou a escrever um conto.                                 
(B) deixou de ganhar uma bicicleta. 
(C) inventou ter sido sorteado por um programa de TV. 
(D) seu pai alertou sobre as consequências da mentira.

8. No trecho “A mãe tentava assustá-lo.”, o termo sublinhado substitui:
(A) pai de Felipe.  (B) Pinóquio.   (C) cachorro.     (D) Felipe.

9. No desfecho do conto, ficamos sabendo que Felipe
(A) continua contando mentira para seus pais.        
(B) decide ler todos os livros sobre o Pinóquio.
(C) torna-se um escritor e volta a criar histórias.
(D) escreve um livro de normas para o campeonato de rua.
10. A que conclusão podemos chegar com base na história?

Veja mais algumas atividades:


























Nenhum comentário:

Postar um comentário

*PROJETO MINHA ESCOLA.

*PROJETO EU E MINHA ESCOLA.   Eu e minha escola JUSTIFICATIVA Por serem pertencentes à primeira a etapa do ensino fundamen...